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Ricardo Andrade – Comissário de Bordo
Ricardo Andrade
Comissário de Bordo

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Rumos

4 de junho de 2016
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Mês a mês as Eleições Autárquicas de 2017 vão-se aproximando e o Concelho de Loures, como outros (ou talvez como todos), começa a consciencializar-se que o processo eleitoral e pré-eleitoral não está muito longe.

Talvez por isso se comece a falar mais na rua das próximas Eleições Autárquicas e, um pouco por todo o País, de que opções conseguirão apresentar os partidos para o futuro próximo e para oferecer soluções para os problemas existentes nos concelhos. Loures não é excepção e já se torna possível escutar a “vox pop” acerca do próximo processo eleitoral. Nos “mentideros” (como dizem os espanhóis) já se lançam ideias e até nomes de quem poderão ser os protagonistas principais e as equipas que disputarão as eleições maiores do poder local.

Percebo bem o fenómeno que leva a que opinemos. mais sobre a forma e menos sobre o conteúdo. Compreendo que a noção de que “em autárquicas o voto é nas pessoas”, leva a que se olhe mais para rostos do que para projectos. Entendo ainda como normal a existência da tendência de falar mais sobre “umbigos” do que sobre o resto do “corpo”.

Permitam-me, no entanto, que defenda que, mesmo concordando que as “peças do xadrez” sejam importantes, relevante em qualquer acto eleitoral, não deve ser quantos “bispos” ou “peões” existem, nem quem é o “rei” ou a “rainha”, ou em que sentido se vão Ricardo Andrade

Comissário de Bordo

movimentar as “torres”. Essencial devem ser também as ideias e os projectos que se pretende realizar, com o objectivo de melhorar a vida dos cidadãos. Fundamentais devem ser os planos que se tem e como se pretende cumpri-los.

Talvez por isso cada vez mais acredite que o rumo deve ser o de escolher, de forma responsável, um caminho que marque a diferença para quem interessa...as pessoas! Precisamente por isso, defendo com cada vez maior convicção a importância da existência de um bom manifesto com estudos feitos, que permita a protagonistas com conhecimento do terreno provarem que, como no futebol, é o trabalho e a dedicação e não os nomes quem ganha jogos.

Este colunista escreve em concordância com o antigo acordo ortográfico

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