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Filipe Esménio – Director
Filipe Esménio
Director

Mel de Cicuta

De volta ao papel…

5 de junho de 2020
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O Notícias de Loures regressa ao papel, depois de dois meses apenas no digital, em www.noticias-de-loures.pt, onde nos pode sempre encontrar. Regressamos ao papel reforçados em 20% na tiragem, passando de 15 000 exemplares para 18 000 exemplares.
Porquê? Porque acreditamos no concelho de Loures e nas pessoas da nossa terra.

Outro jornal nosso, por seu lado, com 22 anos, deixou de ser publicado: o Moscavide Portela, antigo Notícias da Portela. Foram 22 anos maravilhosos, mas que, por razões financeiras, deixou de ser viável continuar a existir. Custa? Custa muito. Mas a vida segue e o Notícias de Loures passará a ser distribuído também no correio de todos os moradores da Portela. Já o é na Quinta do Património, Real Forte e Terraços da Ponte em Sacavém, na Quinta da Parreirinha na Bobadela, no Infantado em Loures e na Quinta do Almirante em Santo António dos Cavaleiros.

Queremos continuar a crescer.

Por Loures, o assunto central tem sido 1 e só 1.

O COVID 19

A evolução em zonas localizadas do concelho, em particular nos bairros sociais, tem sido negativa. Os transportes públicos, com fluxos reduzidos, andam excessivamente cheios e a ação da autarquia, ou a inação, como afirma toda a oposição em uníssono, tem sido muito criticada na política local.

Apesar do avanço do COVID em Loures, em particular nos bairros sociais, e do risco de contágios aumentar em flecha (neste novo surto a maioria dos infetados não pertenciam aos grupos de risco), leva a repensar novas estratégias. Ainda estamos a tempo de fazer mais por Loures e pela nossa segurança.

Nunca gostei do jogo do empurra e as eleições são só para o ano. É hora de agir e de não empurrar culpas para o Governo ou para a DGS. Este surto aflige-nos a todos, tirou vidas e afetou severamente a nossa vida social e económica.

A nós, resta-nos lavar as mãos muitas vezes, usar máscara e tentar manter as distâncias de segurança. Aos políticos urge agir e parar de falar. Nós não queremos saber de quem é a responsabilidade, nem quem tem a pasta do problema. Queremos o problema resolvido.

Queremos uma atitude séria e dinâmica para minimizar os riscos de todos. Sabemos que não é fácil e que muitas coisas já foram feitas mas há alturas na vida em que não basta fazer alguma coisa, é preciso fazer tudo. Esta é uma delas.

PS: Este artigo é estupidamente escrito com o novo acordo ortográfico.

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