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Ricardo Andrade – Comissário de Bordo
Ricardo Andrade
Comissário de Bordo

A opinião de Ricardo Andrade

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7 de agosto de 2018
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Nada é mais normal na vida do que fazer percursos e caminhadas. Nada é mais comum na vida do que alterações da mais variada espécie. Nada mais é mais recorrente na vida do que ir aprendendo com as experiências que nos vão marcando a existência.

Desde que nascemos que vamos sendo confrontados com mudanças. Em certas alturas parece até que o mundo acaba quando pula e avança. E nós, espero eu, vamos crescendo e vamos convivendo com o facto de termos de tentar sempre evoluir com os tempos e não em regredir ou ficar amarrados a recordações de tempos passados.

Na vida familiar, no percurso profissional, no serviço público ou em tantas outras vertentes, devemos sempre manter-nos fiéis aos nossos valores e princípios mas com a perfeita convicção de que devemos tratar sempre os outros como gostaríamos que nos tratassem a nós. Tão importante como essa crença que tenho é a frase de uma amiga minha que diz sempre que não “somos” este ou aquele cargo ou experiência mas sim que “estamos” nessa ou naquela posição. Porque o que somos não é conjuntural mas estrutural. Porque o que somos é a nossa maior coerência. Porque o que somos deve ser sempre maior do que o que temos.

Vivemos num mundo onde o materialismo se tornou quase um culto que escraviza os seus seguidores. Passamos por tempos em que a memória, por vezes, parece durar tanto como um “instastory” ou um “snap” e ter tantos caracteres como um tweet.

Por isso se torna tão importante que, aqueles de nós que acreditam que a vida pode mudar a cada gesto nosso, continuem a não ligar à espuma dos dias e permaneçam iguais a si mesmos fazendo dos exemplos que dão a melhor lição de vida e a maior herança que deixam.

As afirmações maldosas e mal intencionadas devem resvalar sempre na couraça da nossa indiferença e não devemos deixar que o que é menos bom nos puxe para baixo. A agressividade usada por quem já destruiu tanto que já nem se lembra de como se constrói, deve ser vista como uma “dor de crescimento” e não como um ataque pessoal. E as fake news devem ser encaradas como apenas mentiras e não como informações de facto.

Porque a vida são sorrisos e não tristezas. Porque a vida são reconhecimentos e não invejas. Porque a vida é da cor com que a pintamos.

Assim viveremos... assim seremos... assim estaremos sempre... e assim marcaremos tanto outros quanto aquilo que nos marcaram a nós.

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