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Esqueça os planos que tinha para Julho

Julho em agenda

9 de julho de 2018
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A dieta para ficar uma brasa de bikini não serviu de nada porque praia com este tempo só mesmo de mantinha (ou se calhar quando sair este jornal já está outra vez desértico com 33ºC, da maneira como isto anda esquizo).

A verdade é que tínhamos planeado um artigo com os melhores spots para ver a bola em Loures e o Uruguai manda-nos para casa com um 2-1. Ora, não tendo o campeonato, continuamos a ter o melhor do mundo (beijinho, Ronaldo!) e nós por cá, à falta de sol e futebol arranjamos o que fazer. Sugerimos um clássico “vá para fora, cá dentro” e quando dizemos “dentro”, referimo-nos mesmo a dentro de portas não vá a chuva trazer constipações de verão que são as mais difíceis de curar - e toda a gente sabe disso.

Palácio do Correio-Mor - Loures

Imponente palácio do século XVIII, classificado “Imóvel de Interesse Público”. Mandado construir por Luís Gomes de Elvas Coronel, que no reinado de Filipe II mudou o apelido para “da Matta”. Segundo o ato da compra, esta propriedade pertence ao Convento de Odivelas, e nela havia uma rica e bela mata. Devido a “boas ações” para com o reino, tornou-se correio-mor, alto cargo a que à época incumbia a administração de todos os serviços postais, passando assim a propriedade a designar-se por Palácio do Correio-Mor.

O edifício, com planta em “U” e portão brasonado, terá sido construído pelo arquiteto italiano António Canevari. No piso térreo encontram- se as cocheiras, a cavalariça, a adega, o lagar e a magnífica cozinha velha, revestida de azulejos com figuras avulsas, onde surgem, como que penduradas, peças de caça, peixes e enchidos.

No centro da fachada rosa dois altos arcos se abrem destinados à entrada e saída de carruagens, existindo entre os dois um bonito bebedouro para os cavalos. Na zona superior da fachada pode observar-se a imagem de Nossa Senhora da Oliveira, protetora do olival da quinta.

Subindo as escadas para o piso nobre encontramos uma fonte da boa samaritana com taça de mármore, brotando água de uma ninfa. Aqui também é visível um medalhão, segurado por um menino alado, representando talvez o 9º correio-mor.

No piso nobre as salas estão decoradas de forma majestosa, e os azulejos dos silhares, as pinturas e os estuques do teto relacionam-se na mais perfeita harmonia.

Os azulejos monocromáticos, pertencentes à oficina de Bartolomeu Antunes, retratam histórias como a vida do proprietário do Palácio – Luís Gomes da Matta – ou representações de Lisboa anteriores ao terramoto de 1755.

Museu Municipal de Loures

Instalado no 13.º convento dos frades franciscanos da Província de Santa Maria da Arrábida, o Museu Municipal de Loures apresenta, desde 26 de julho de 1998, exposições de temática arqueológica e etnográfica, com o intuito de dar a conhecer a realidade e a vivência das populações rurais do município, assim como a história do concelho de Loures.

Possui duas salas de exposições, oficinas, reservas visitáveis, um centro de documentação especializado em história local, loja, cafetaria com esplanada, parque de estacionamento e acesso para pessoas com mobilidade reduzida.

Museu do Vinho e da Vinha

Vocacionado para a história local e para a promoção do território, tendo como elemento norteador o vinho característico da região de Bucelas, este equipamento apresenta-se como um organismo vivo, repositório de um conjunto de atividades, esforços, vivências e memórias que mantêm coesa a comunidade, o território e a tradição.

Instalado num edifício cuja história está intimamente relacionada com a tradição vitivinícola local, apresenta dois espaços expositivos distintos: uma área de exposição permanente, onde o visitante fica a conhecer as principais fases de trabalho da vinha e os meios tradicionais de produção do vinho; e um mezanino reservado para exposições temporárias, cujo teor se desenvolve sempre em torno da temática do vinho.

Possui ainda uma loja, oficinas e um centro de documentação especialmente vocacionado para a temática vinícola, um centro de interpretação ligado à história das Guerras Peninsulares.

Casa-Museu José Pedro

Este equipamento constitui-se como o segundo núcleo museológico da cidade de Sacavém, ligado à atividade cerâmica, depois do Museu de Cerâmica de Sacavém.

Foi inaugurado em 2005, no local de residência do ceramista José da Silva Pedro, antigo trabalhador da Fábrica de Loiça de Sacavém, e destina-se a preservar o espólio cerâmico que o artista foi criando ao longo dos últimos vinte anos da sua vida, constituído, sobretudo, por casas e pequenas figuras de louça.

Convento de Nossa Senhora dos Mártires e da Conceição - Sacavém

A construção do convento data do século XVI, substituindo o oratório dedicado a Nossa Senhora dos Mártires, mandado construir por D. Afonso Henriques após a conquista de Lisboa aos mouros.

O mosteiro albergou as freiras da 1ª regra de Santa Clara até 1877, quando foi entregue ao Ministério da Guerra. Tem claustro de dois pisos e paredes revestidas a azulejos de padrão do século XVII.

Praça Monumental Santo Antão do Tojal

Conjunto monumental barroco, sem termo comparativo na arquitetura portuguesa, composto pelo Palácio dos Arcebispos, a Igreja Matriz, a Fonte Monumental e o Aqueduto. Todos os edifícios foram construídos, ou remodelados, no século XVIII pelo arquiteto de D. João V, o italiano António Canevari, que se fixou em Portugal a pretexto da obra do Aqueduto das Águas Livres.

 

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