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Pedro Cabeça – Advogado
Pedro Cabeça
Advogado

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Parem as Máquinas que queremos ter um Mês A Gosto

6 de agosto de 2016
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Parem as Máquinas!

Que o País vai a banhos, descansa¬mos porque precisamos e este ano os Portugueses vão descansar com uma auto estima acima da média, afinal somos os melhores da Europa em Futebol, em Atletismo, em Hóquei, em Ténis de Mesa e até na argumentação política, para infelicidade dos arautos da desgraça, provamos na Europa que existem outros caminhos a trilhar e, claro, a respeitar.

Parem as Máquinas!

Porque Loures banqueteou-se com festas, como não se viam há 4 ou 5 anos (sim, parece que as festas, ao contrário do que ouvi alguns fazedores de demagogia, não pararam há 15 anos atrás), afinal a alegada caótica crise deixada pelos anteriores executi¬vos parece que já está resolvida (o que me deixa a pergunta: se era assim tão grave como foi resolvida em tão pouco tempo? Magia, ilusionismo ou uma formula mágica que o restante mundo ainda desconhece?).

Parem as Máquinas!

Porque o passado está definitivamente enterrado e já não vai servir de descul¬pa para os próximos meses pré-eleito¬rais, o actual executivo já não vai voltar à serenata costumeira do passado caótico.

Parem as Máquinas!

Finalmente o executivo vai pensar no futuro. Finalmente o executivo CDU/PSD terá projectos para desenvolver o Concelho. Finalmente o executivo vai REALMENTE realizar obras verdadei¬ramente importantes para o Concelho e não criar demagógicas propagan¬das sobre balões de ar, finalmente o Concelho vai unir-se em torno de gran¬des ideias e bandeiras sem pensar em tácticas de poder que não sejam o bem da população.

FINALMENTE, entusiasmado com tudo isto eu tento bater palmas, e bato com a mão direita na mesinha de cabeceira, descobrindo dolorosamente que este era o meu sonho de uma noite de verão.

Parem as Máquinas! Que eu quero mesmo é ter um mês A gosto.

Antes de acabar este texto de Verão não poderia deixar de vos transmitir “/…/Vamos olhar/ para todas as coisas que já foram olhadas/ Com certeza que são inacabadas” palavras de ANA MARIA BOTELHO (uma artista ímpar no panorama mundial e uma referên-cia para o concelho de Loures, onde viveu e tem uma rua com seu nome, partiu com 80 anos para o seu “céu de linho” no passado dia 13 de Julho).

Este colunista escreve em concordância com o antigo acordo ortográfico

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