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Protocolo entre a Câmara Municipal de Loures e a CREACIL

CREACIL em Moscavide

7 de janeiro de 2017
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Já foi assinado o Protocolo entre a Câmara Municipal de Loures e a CREACIL para desen- volverem o primeiro Centro de Atividades Ocupacionais (CAO) para jovens e adultos com deficiência no Concelho. A Autarquia cedeu as instala- ções, situadas no Condomínio do Oriente, em Moscavide.

Na cerimónia que envolveu a assinatura foi notória a satis- fação de Américo Alexandre, presidente da direção da CREACIL, que agradeceu ao atual Executivo a cedência do espaço, assim como aos executivos anteriores todo o apoio dado. A emoção tomou conta da ocasião, com vários dos possíveis futuros utilizadores e seus pais a comoverem-se. Esta infraestrutura, inicialmen- te, destinava-se a Centro de Dia, mas o Executivo Municipal entendeu que seria de maior necessidade a criação de CAO, que era uma valência inexis- tente no Município.

A decisão, em Reunião de Câmara, contou com os votos favorá- veis dos vereadores da CDU, a abstenção dos vereadores da Coligação Loures Sabe Mudar e de três vereadores do PS, contra o voto desfa- vorável do vereador socialista Ricardo Lima. Posteriormente, em assembleia Municipal voltou a ser aprovada, tendo ape- nas uma abstenção e um voto contra. Para Bernardino Soares, edil de Loures, “com a criação deste CAO, abrimos o caminho certo para a CREACIL, dando assim resposta aos jovens adul- tos com deficiência do nosso Concelho”, salientando ainda que “começamos a pôr fim a uma lacuna que, até então, existia nesta Autarquia”.

O autarca fez também refe- rência à parceria criada com mais três instituições locais, nomeadamente a Associação Luís Pereira da Mota, a Casa do Gaiato e a Pomba da Paz, cujo objetivo passa pela criação de mais Centros de Atividades Ocupacionais, mas que care- cem de resposta positiva por parte da Segurança Social e do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social. Para a Presidente da Junta de Freguesia de Moscavide e Portela, a decisão foi boa, pois permite dotar o Concelho com uma valência que não tinha, o que não acontece com o Centro de Dia, anteriormente previsto, pois existem quatro só na Freguesia.

A única estranheza foi não ter sido aprova- do por unanimidade, deixan- do-a perplexa a abstenção dos vereadores sociais-democra- tas, que nunca contataram a Freguesia para saber das reais necessidades. Pedro Santos Pereira

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