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Notícias | Atualidade

No âmbito do DLBC (Desenvolvimento Local de Base Comunitária)

A2S – a primeira a aprovar projetos

6 de fevereiro de 2017
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No final de 2016, a A2S aprovou os primeiros projetos no âmbito do DLBC (Desenvolvimento Local de Base Comunitária) rural tendo sido o primeiro GAL (Grupo de Ação Local) a nível nacional a fazê-lo. Este conjunto de projetos representam cerca de 700 mil euros de investimento total e irão promover a criação de 10 postos de trabalho.

A intervenção da A2S assenta em lógicas de proximidade e de coesão territorial, experimentação e inovação e, sobretudo, em metodologias participativas com o envolvimento dos atores locais, criando respostas para os desafios sociais, ambientais e económicos. Com a execução da sua EDL (Estratégias de Desenvolvimento Local) pretende contribuir para melhoria da qualidade de vida e para a afirmação da região saloia.

No presente quadro comunitário (2014-2020), através dos fundos estruturais disponibilizados pelo PORTUGAL 2020 foi possível alargar este tipo de intervenção à região norte da área metropolitana de Lisboa. Assim, os municípios de Loures, Mafra e Sintra criaram uma parceria com os atores locais que deu origem à constituição legal de uma associação de desenvolvimento local – a A2S – Associação para o Desenvolvimento Sustentável da Região Saloia. A A2S candidatou-se e foi selecionada e reconhecida enquanto GAL rural.

Tendo como área de atuação as freguesias rurais dos concelhos de Loures, Mafra e, Sintra, foi-lhe atribuída uma verba no valor de aproximadamente 3.7 M € para apoiar pequenos projetos em diversas áreas da economia rural. As metas contratualizadas apontam para a aprovação de 40 projetos até 2018 e 120 projetos até 2023.

Deste modo, estão reunidas as condições para apoiar financeiramente pequenos projetos de investimento que visem o reforço da viabilidade das explorações agrícolas e indústria agroalimentar, da competitividade da agricultura, o incentivo da implementação de tecnologias inovadoras e a promoção da organização das cadeias alimentares. Pretende-se ainda, contribuir para a criação de emprego ou de empresas nestas áreas, bem como para a conservação, proteção, promoção e desenvolvimento dos recursos endógenos e do património natural e cultural.

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